A história que tu contas sobre ti condiciona-te

A história que contamos sobre o nosso passado condiciona a forma como vivemos a nossa vida hoje e a forma como tendemos a construir o nosso futuro.

Todos nós temos várias formas de contar a nossa história.

Podemos escolher (sim é uma escolha) contar a nossa história:

  1. Numa perspetiva de vítimas em que os outros, são responsáveis pela nossa situação atual. É uma abordagem que nos torna os “coitadinhos” como se não tivéssemos responsabilidade sobre os nossos resultados. Esta forma de contarmos a nossa história promove o foco no problema e em tudo que correu mal. Como se fossem os acontecimentos, tudo que correu mal, as pessoas que passaram pela nossa vida, as empresas nas quais trabalhamos que fizeram com que ficássemos bloqueados. Esta forma de contar a nossa história diminui-nos, retira-nos o poder de encontrarmos soluções melhores e diferentes para a nossa vida.

Se eu contar a minha história em formato de vítima:

Eu passei por várias empresas e nunca me senti realizada. As empresas não valorizam os colaboradores, as renumerações são baixas. Não me sinto bem no mercado de trabalho porque as empresas exploram as pessoas que para elas trabalham. As empresas só querem ter lucro e não valorizam nem reconhecem os seus trabalhadores.

Se reparares há um foco muito grande em colocar a responsabilidade nas empresas, e há ainda uma generalização (como se todas as empresas representassem a experiência que eu tive). Culpar o outro é sempre mais fácil que agir diferente.

2) Podemos contar a nossa história numa perspetiva de aprendizagem e de responsabilização. Assumimos uma postura de responabilização quando assumimos que temos o poder de encontrar respostas melhores para aquilo que nos acontece. Independentemente da nossa história, da situação e do que nos acontece nós conseguimos sempre retirar aprendizagens para a nossa atuação futura. Esta forma de contar a nossa história coloca o foco em nós e no nosso poder de avançar, de encontrar soluções e de agir a nosso favor.

Se eu contar a minha história em formato de aprendizagem e responsabilização:

No meu percurso profissional passei por várias empresas, cresci imenso em cada uma delas. Conheci pessoas novas, formas de fazer diferentes e sinto que me tornei num ser humano melhor. Depois de um tempo a trabalhar nas empresas pelas quais passei senti que já tinha contribuído o que tinha para contribuir e senti que já tinha crescido o que tinha para crescer. O meu percurso levou-me a passar por várias experiências e diferentes sectores. Ao longo do meu percurso percebi que o facto de não me conhecer profundamente e de ter a tendência de agir com base na corrente social afastou-me da minha realização pessoal. As várias experiências trouxeram-me um crescimento incrível e hoje e criei a minha própria empresa na qual ajudo pessoas a sentirem-se realizadas através de um caminho de encontro consigo próprias. Sinto que a minha história me ajuda hoje a inspirar pessoas que se sentem desajustadas no mercado de trabalho atual.

Se reparares esta é a história que eu conto sobre mim e ela está focada em mim, nas soluções que encontrei, no que eu pude fazer de diferente, no meu crescimento, nas aprendizagens que tive ao longo do caminho e na minha resposta independentemente das condições externas.

Temos sempre o poder de contar a nossa história como quisermos. A história de vitimas deixa-nos no conforto pois é como se não tivéssemos forma de criar uma vida diferente. A história com foco na solução e na responsabilidade relembra-nos que independentemente daquilo que me acontecer nós temos sempre o poder de agir a nosso favor.

As pessoas que parecem ter sempre azar têm comportamentos de queixume, vitimização, têm muita facilidade em ver os problemas e em culpar os outros.

As pessoas que aparentam ter sorte vêm  o seu passado como um caminho de aprendizagem. As pessoas que aparentam ter sorte prepara-se, planeiam, têm muita facilidade em focar nas soluções.

Como queres contar a tua história?

A minha missão é ajudar pessoas que se sentem estagnadas a sentirem-se plenas e realizadas através de um caminho de encontro consigo próprias em alinhamento com todas as áreas da sua vida. Se queres saber mais sobre o meu trabalho podes fazê-lo Aqui

Vamos iniciar a dia 09 de Outubro um programa de transformação em grupo intitulado “(Re) enocntra-te, conhece e vive a tua missão” e também podes conhecer as condições aqui

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